As formações de base são as fundamentais para que a pessoa se torne membro da ABRACONESP.
Elas são formações/treinamentos conceituais e extremamente práticos que habilitam o membro a lidar com diversas situações em todos os âmbitos de sua vida e obter resultados reais.
Uma jornada formativa única, científica e profundamente transformadora
A Formação em Ciências da Espiritualidade oferecida pela ABRACONESP – Academia Brasileira de Conscienciologia e Espiritualidade é um programa educacional absolutamente singular em âmbito mundial. Além de ser a única formação acadêmica integralmente dedicada ao tema, ela apresenta um diferencial essencial: seu conteúdo vai muito além da abordagem teórica convencional. Aqui, espiritualidade é estudada, vivida e aplicada com racionalidade, profundidade e método.
Desde o primeiro módulo, o aluno é inserido em um ambiente de investigação e desenvolvimento prático, por meio de dinâmicas individuais e coletivas, cuidadosamente estruturadas para estimular a percepção de dimensões da consciência que transcendem os aspectos exclusivamente biológicos e materiais. Esse processo permite que o estudante acesse, de maneira segura e lúcida, camadas mais profundas de sua própria realidade existencial.
Conhecimento espiritual com base na história e na ciência
O que a maioria das pessoas ignora — inclusive profissionais da saúde e da educação — é que existem fatos históricos e evidências científicas robustas ligadas ao campo da espiritualidade, profundamente entrelaçadas com o desenvolvimento do pensamento humano. Esses fatos, muitas vezes esquecidos ou desconsiderados, envolvem nomes de grande relevância intelectual.
Entre eles:
Emanuel Swedenborg, cientista sueco do século XVIII, que após décadas de produção científica passou a relatar experiências extracorpóreas com riqueza de detalhes, influenciando filósofos, escritores e cientistas de sua época e das gerações seguintes.
Hans Berger, neurologista alemão que desenvolveu o primeiro eletroencefalograma (EEG), inspirado por uma experiência espontânea de telepatia com sua irmã, que o levou a questionar a natureza puramente material da mente.
René Descartes, considerado o pai da filosofia moderna, que experimentou sonhos lúcidos que impactaram diretamente sua trajetória intelectual, levando-o a refletir sobre os limites da razão e o papel da subjetividade na formação do conhecimento.
Esses exemplos revelam que a espiritualidade legítima não está dissociada da razão, mas sim integrada a uma tradição de investigação e aprofundamento do saber humano. Muitas dessas informações, no entanto, encontram-se hoje dispersas em documentos raros, de difícil acesso, ou foram historicamente suprimidas por grupos e instituições que compreenderam — e temeram — o poder emancipador que esse conhecimento representa.
Neutralidade metodológica e ética científica
Um dos fundamentos inegociáveis da formação é a neutralidade metodológica: em nenhum momento se faz uso de técnicas de sugestão, hipnose, indução emocional ou qualquer forma de manipulação da percepção. Isso assegura que as experiências relatadas pelos alunos sejam autênticas, não-contaminadas e verdadeiramente reveladoras do seu próprio campo consciencial.
Essa postura é essencial para garantir a integridade do processo e respeitar o ritmo, a estrutura psíquica e o campo perceptivo de cada participante, favorecendo descobertas legítimas e transformações reais.
Formação, autoconhecimento e superação de bloqueios
Ao longo do percurso formativo, os alunos não apenas adquirem um repertório técnico e filosófico sofisticado, mas também atravessam um processo profundo de autoconhecimento e reorganização psicoemocional. É comum que, naturalmente e sem imposições, os estudantes superem:
Traumas inconscientes e memórias dolorosas
Medos crônicos e fobias diversas
Bloqueios emocionais e espirituais
Crenças autolimitantes e condicionamentos sociais
Paradigmas distorcidos herdados do meio cultural ou religioso
Essa travessia, cuidadosamente guiada por um corpo docente altamente capacitado, transforma a formação em um processo terapêutico profundo, onde o conhecimento deixa de ser apenas informativo para se tornar vivencial, transformador e emancipador.
Conteúdo inédito, organizado e exclusivo
O que se apresenta nesta formação não pode ser encontrado em nenhum outro curso, evento ou literatura pública, nem no Brasil, nem em qualquer outro país. Os conteúdos foram reunidos ao longo de décadas de pesquisa, filtrados com rigor epistêmico, organizados de forma didática e orientados por uma metodologia que respeita tanto a complexidade do tema quanto a singularidade de cada estudante.
Trata-se de um percurso intelectual e vivencial que integra as dimensões espiritual, emocional, racional e ética do ser humano — um verdadeiro sistema educacional de consciência aplicada.
Ciências da Consciência
Uma abordagem profunda, histórica e científica sobre a natureza da mente humana
Muito antes da criação da palavra psicologia — e da consolidação dos cursos universitários que levam esse nome — já existiam saberes refinados, práticas estruturadas e métodos de investigação sobre a consciência que se mostravam altamente eficazes. Esses conhecimentos eram cultivados e aplicados por civilizações que, mesmo sem a linguagem técnica moderna, compreendiam com extraordinária profundidade os mecanismos internos da psique humana.
Um exemplo notável é o de Sócrates (469–399 a.C.), que se tornou célebre não apenas por sua filosofia, mas também por sua postura ética radical, que o levou à condenação à morte. Seu método, conhecido como dialético-maiêutico, consistia em fazer perguntas precisas e sucessivas que levavam os interlocutores a questionar suas crenças mais profundas — desestabilizando certezas e promovendo uma forma de autoconhecimento racional. Sócrates propunha que a verdadeira sabedoria não vinha dos dogmas, mas do olhar interior crítico, o que o colocou em confronto com os valores religiosos e políticos vigentes em Atenas.
Seu discípulo, Platão, aprofundou esse legado ao criar o célebre Mito da Caverna, uma das metáforas mais poderosas da história do pensamento humano. A alegoria descreve, com surpreendente precisão, aspectos da formação da consciência, dos mecanismos de ilusão, da alienação perceptiva e da possibilidade de iluminação racional. Mais de dois mil anos depois, poucos psicólogos — mesmo com todas as ferramentas modernas — conseguiram representar de forma tão sensível e precisa as camadas profundas da psique sem recorrer a generalizações subjetivas.
Experiências psíquicas e consciência nas tradições orientais
No extremo oriente, a sabedoria ancestral da China milenar já compreendia há milênios a existência de estados mentais ampliados e realidades interiores sutis. O pensador Chuang Tzu (Zhuangzi), por volta do século IV a.C., vivenciava experiências meditativas tão intensas que, ao emergir de um sonho vívido, escreveu um dos maiores paradoxos já propostos sobre a consciência:
“Uma vez sonhei que era uma borboleta, uma borboleta flutuando feliz pelo ares! Mas assim que despertei, percebi que meu corpo era humano, o mesmo de sempre, forte, compacto, de carne e osso. Porém, ainda totalmente tomado pelo prazer do vôo e pela sensação da liberdade das asas, pensei assim: Será que isso foi Chuang tse sonhando que era um borboleta ou a borboleta sonhando que era Chuang tse?”
Chuang Tzu, 389-286 a. C.
Este pensamento, conhecido como Paradoxo da Borboleta, sugere uma intuição filosófica e experimental sobre a fluidez da identidade e a possibilidade de que a consciência humana seja apenas uma manifestação de algo ainda mais profundo. Curiosamente, René Descartes — séculos depois, no Ocidente — também relataria sonhos lúcidos e experiências oníricas estruturadas, que serviram de base para sua investigação da dúvida metódica e da natureza do “eu pensante”.
Ciência da consciência não é abstração, é realidade clínica
O estudo da consciência, portanto, não é um exercício meramente filosófico ou especulativo. Essas vivências e estados de percepção ampliada estão ao alcance de qualquer ser humano e são muito mais frequentes do que se imagina. Qualquer psicólogo com menos de um ano de atuação clínica já terá se deparado com relatos de seus pacientes que envolvem experiências simbólicas, sonhos estruturados, memórias não-lineares, percepções intuitivas ou fenômenos classificáveis como “anômalos”.
É nesse momento que muitos desses profissionais, mesmo após 4 mil horas de formação acadêmica, percebem com clareza o abismo entre o conhecimento convencional oferecido pelas instituições formais e a complexidade real da psique humana em sua manifestação cotidiana.
Diante dessa lacuna, a ABRACONESP propõe as Ciências da Consciência como um campo de conhecimento complementar, mas também autônomo, que visa:
Aprofundar a compreensão científica e filosófica da consciência humana
Oferecer fundamentos sólidos para o autoconhecimento estruturado e responsável
Capacitar profissionais e buscadores a lidarem com fenômenos psíquicos complexos, sem reducionismos ou misticismos
Propor métodos seguros, éticos e replicáveis para o desenvolvimento das potencialidades latentes da consciência
Trata-se de um saber que não exclui a ciência tradicional, mas a expande com base em dados históricos, clínicos e fenomenológicos, organizados de maneira crítica e coerente.
Nisto, propõe-se as CIÊNCIAS DA CONSCIÊNCIA, não apenas como um complemento aos que já possuem formação acadêmica, mas também como uma grande forma de entendimento, desenvolvimento e aplicação prática de processos seguros neste âmbito, aos que estão buscando autoconhecimento e entendimento sério e embasado sobre a psique.
Mais do que slogans: uma jornada real de transformação com base científica e psíquica
Nos tempos atuais, o discurso da “inteligência emocional” tornou-se quase um mantra universal no campo do desenvolvimento pessoal. Amplamente promovido como “a chave para o sucesso e a realização”, esse conceito tem sido repetido em cursos, palestras, imersões e treinamentos com uma promessa sedutora de mudança rápida e definitiva.
No entanto, embora a inteligência emocional seja de fato um componente relevante do funcionamento humano, reduzir o desenvolvimento pessoal a ela é ignorar toda a complexidade estrutural do ser. Tal afirmação desconsidera elementos fundamentais da natureza humana, como:
Os instintos primários e seus reflexos no comportamento;
As faculdades lógico-racionais, cruciais para a análise e tomada de decisão;
A intelectualidade estruturada, que permite a construção de sentido e direção;
A própria biologia, com suas influências hormonais e neurológicas sobre a mente;
E, sobretudo, a profundidade psíquica, onde habitam camadas inconscientes que moldam silenciosamente atitudes, desejos, bloqueios e crenças.
Vivemos uma era de consumo simbólico, em que muitos buscam “autoconhecimento” por meio de experiências rápidas, imersões de fim de semana ou discursos motivacionais bem embalados. O problema é que tais práticas, apesar de emocionalmente estimulantes, raramente acessam as estruturas profundas do psiquismo.
E o mais grave: ao acreditarem que estão se desenvolvendo verdadeiramente, muitas pessoas alimentam uma ilusão perigosa. Quando essa ilusão se quebra — como inevitavelmente ocorre diante de uma crise real, um trauma inesperado ou uma frustração profunda — o sujeito se vê despreparado, pois não desenvolveu em si os recursos internos necessários para lidar com as múltiplas dimensões da realidade.
A abordagem da ABRACONESP: desenvolvimento com base profunda, estruturada e contínua
Na ABRACONESP, o desenvolvimento pessoal não é um produto, nem uma promessa emocional. É um processo concreto, mensurável e sustentado pelo estudo das estruturas psíquicas, das personalidades (personas), das sombras inconscientes e dos traços arquetípicos do ser humano.
A formação também integra o conceito das Múltiplas Inteligências, elaborado por Howard Gardner, que reconhece diferentes formas de cognição e competência — da linguística à interpessoal, da lógico-matemática à existencial. Essa diversidade é trabalhada de forma estratégica e personalizada, para que o indivíduo possa desenvolver-se integralmente, em sua singularidade.
Transcender a si mesmo com método e constância
Aqui, o desenvolvimento não é episódico. Ele ocorre de forma contínua e progressiva, com base em três pilares:
Constância: pois o verdadeiro amadurecimento exige tempo e repetição.
Disciplina: como força organizadora da vontade.
Treinamento sólido: com métodos testados, práticas dirigidas e acompanhamento especializado.
Como resultado, o aluno amplia sua capacidade de lidar com a vida em todas as suas esferas: pessoal, profissional, relacional, espiritual e corporal. Transcende suas limitações anteriores e estabelece um novo patamar de funcionamento consciente.
Essa transformação se manifesta em:
Um novo relacionamento com o próprio corpo, com mais saúde e escuta interna.
Um reposicionamento diante de si mesmo, com mais clareza e coerência.
E um novo modo de se relacionar com os outros, com mais lucidez, empatia e assertividade.
Tudo isso sustentado por uma mentalidade de melhoria contínua, inspirada no princípio japonês do Kaizen — onde o progresso não é um salto milagroso, mas uma espiral ascendente de crescimento permanente.
Desenvolver-se, para a ABRACONESP, é um processo comparável a restaurar um templo:
Limpar os entulhos do passado, reparar rachaduras invisíveis, reforçar as colunas internas, organizar o interior e, por fim, ornamentar com significado aquilo que agora pode sustentar beleza, vida e sabedoria.
Esse trabalho é conduzido por meio de dinâmicas individuais e coletivas, cuidadosamente planejadas para favorecer:
A autodescoberta consciente, sem ilusões;
A socialização construtiva, que gera pertencimento e apoio mútuo;
E a satisfação profunda, oriunda da clareza de propósito e da superação real.
Cada participante é acompanhado de forma próxima e respeitosa, reconhecido em sua singularidade e incentivado a crescer de dentro para fora, com maturidade e verdade