Talvez ainda não tenha notado, mas estamos diante de uma crise profunda — uma emergência silenciosa no campo da consciência. Pessoas com sérios conflitos de identidade, autoestima fragilizada, comportamentos anômalos, pensamentos estranhos e atitudes desesperadas estão, cada vez mais, colocando fim à própria vida. E o mais assustador: muitas vezes, sem nenhum motivo aparente.
Em situações ainda mais graves, adolescentes — ainda em formação — tornam-se autores de crimes hediondos, invadindo escolas e atacando crianças inocentes, que jamais lhes causaram qualquer mal.
Mas o drama não para por aí.
Na tentativa de entender o que estão vivendo, muitos recorrem às redes sociais, como o YouTube, e acabam caindo em outra armadilha sutil e cruel: a pseudoinformação. Explorando a ignorância, a carência emocional, a sugestionabilidade e, acima de tudo, a sede por direção, surgem os chamados “influencers” — figuras sedutoras que conquistam seguidores facilmente, simplesmente porque sabem contar histórias.
Histórias fabricadas para impressionar. Histórias usadas como isca.
Com elas, vendem cursos, livros, “iniciações”, “retiros espirituais” e até supostas “terapias quânticas”. E quando associam essas ofertas à palavra espiritualidade, estão, sem exagero, cometendo verdadeiros crimes contra a humanidade — e saem impunes. Afinal, como esperar lucidez de um sistema de justiça que, ele mesmo, carece de consciência?
Infelizmente, aqueles que entram por esses caminhos — sedutores, doces e coloridos à primeira vista — descobrem tarde demais uma das verdades mais duras e dolorosas que existem:
Seus “ídolos”, “gurus” e “mentores” são, na verdade, mais perdidos do que eles próprios. Pessoas cheias de conflitos internos, distúrbios psíquicos, traumas emocionais — e, para quem sabe ler nas entrelinhas, domínios espirituais obscuros que se alimentam dessa ilusão para se perpetuar.
Enquanto isso, nós — a vanguarda do conhecimento da consciência — permanecemos firmes. Lutamos como podemos: com conhecimento real, com espiritualidade verdadeira, com ciência aplicada à alma humana.
Jogamos cordas neste mar revolto, escuro e cheio de tubarões gigantes. E aqueles que conseguem agarrá-las e são trazidos à terra firme, finalmente compreendem:
somente com disciplina, lucidez e discernimento se constrói uma ponte segura rumo ao infinito.
É por eles que fazemos o que fazemos.
Para o 0,0001% das pessoas que já não suportam mais seguir com a massa.
Para os que despertaram do falso despertar.
Para os que não querem mais “mestres”, e sim amigos de jornada.
Para os que questionam, investigam e aplicam os verdadeiros conhecimentos espirituais deixados por nossos patronos.
Para os que buscam resultados reais — de riqueza, segurança, bem-estar — a serem usados com consciência, para o bem da sociedade.
Se você é um desses…
Agora você sabe exatamente por que estamos aqui.
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